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Dor crônica de coluna – tem a ver com que?

Dor crônica na coluna tem a ver com a maneira que sentamos? O tempo que passamos sentados?

Sim, e é o caso de muitas pessoas, pois, atualmente, nesta sociedade da informação, muitos trabalham sentados por longos períodos a fio. Ainda tem a questão da falta de atividade física.

Os avanços tecnológicos como o carro, computador, controle-remoto, somados à insegurança de deixar os filhos brincar nas ruas, muito têm contribuído para o surgimento de uma geração sedentária (do Latim sedentarius; do verbo sedere — sentar). É necessário ter uma boa estrutura óssea e muscular para receber impactos ou fazer esforços físicos, o que só é desenvolvido quando se realiza atividades físicas.

O sedentarismo provoca a atrofia dos músculos responsáveis por parte da sustentação da coluna. Quando isto acontece, desencadeia-se um processo de desgaste que, muitas vezes, resulta em dores fortes e desagradáveis.

Uma das principais causas de dias perdidos de trabalho é a dor na coluna. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, no Brasil, a dor na coluna é responsável por um terço ou mais das faltas no trabalho, e a situação não é muito diferente em a maior parte do mundo.

Quando a dor na coluna dura mais de três meses, ou a pessoa sentir mais dor na perna do que nas costas, costuma ser necessário um diagnóstico mais específico.

Dores lombares (lombalgias) e dor nas pernas podem ter várias origens. Em adultos com menos de 50 anos pode ser devido a hérnia discal, e doença degenerativa do disco; acima dos 50 anos, as causas mais comuns são a osteoartrite e a estenose espinhal.

Tratamento

Cada caso tem de ser considerado individualmente. O que funciona para um pode não funcionar para outro, fazendo com que seja necessário tentar varias opções de tratamento para descobrir o que funciona melhor para a pessoa recebendo tratamento.

Os programas de tratamento de dor na coluna devem incluir alguma forma de alongamento e exercício físico consistente. Somente uma porcentagem pequena dos casos, estimada entre 1 a 10%, requer cirurgia.

Na prática intervencionista da dor, utiliza-se técnicas minimamente invasivas que são utilizados em procedimentos intervencionistas.

A duração média de uma intervenção é de 30 minutos e, após um período de recuperação de algumas horas, o paciente vai para casa no mesmo dia.

Revisado em 28/05/2015

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